Pergunte ao Especialista

Envie a sua pergunta para o nosso especialista, Normando Alves. Deixe a Termotécnica Para-raios continuar fazendo parte da construção de seu conhecimento! .

122 Comentarios em “Pergunte ao Especialista

  1. Leonardo D'Amore says:

    bom dia

    a norma norma antiga citava explicitamente que as descidas devem ser protegidas até 2,5m por tubo de pvc ou metálico desde que jampeado ao cabo de descida
    na nova norma não encontrei nenhuma referência a proteção mecânica do cabo de descida
    o que está valendo
    obrigado

  2. Augusto says:

    Normando, boa noite.
    Tem como fazer outro artigo falando sobre proteção em postos de combustíveis, só que agora com um visão da NBR atualizada, seria interessante sua opinião sobre o assunto.

  3. Normando says:

    Esse assunto é um pouco polêmico e complexo, mas gostei da sua sugestão, vou ver se consigo gravar um video no “portal dos Raios” normando alves , que tenho no Youtube. Tenho que reler a norma sobre esse item. Grato pela sugestão.

  4. Matheus Pinto says:

    Boa Tarde Normando, em um complexo residencial/comercial que tem três torres no mesmo terreno, o anel de aterramento pode ser ao redor das três torres (um anel abrangendo todo o terreno)? ou um anel para cada torre ( no total três anéis) ? se for três anéis devem ser equipotencializados entre si? ( a distancia entre as torres é maior que 20m). por ultimo, o prédio não tem viga baldrame em todo o seu entorno, mas tem a cortina estrutural, fiz o teste de continuidade base x base em todas as descidas, e mostra que a estrutura da base está toda interligada de alguma forma (não necessariamente pela viga) posso validar o aterramento natural dessa forma? ou tenho que construir um anel com cabo de cobre?

    • Normando says:

      Cada torre deverá ter o seu anel de aterramento. Se estiverem muito proximos (até 10 m aproximadamente) então poderá interligar para ter uma malha unica. Para usar a fundação como eletrodo natural de aterramento é necessário que existam as vigas baldrames na fundação. Usar uma cortina proxima como eletrodo de aterramento não mé recomendado pois tem que fazer um anel ao redor de cada predio. Neste caso a sugestão é fazer o anel com cabo de cobre nu 50 mm2.

  5. Guilherme Tagliari Kurtz says:

    Boa noite!

    Sou engenheiro eletricista atua a bastante tempo nas áreas de projeto e laudo de SPDA, comecei a encontrar em muitas vistorias que a maioria nao instala eletroduto de PVC 1.1/2 polegada a altura de 2 m minima do piso, analisando a norma revisada NBR 5419 – 2015 a mesma não fala mais nada na necessidade de proteção contra contatos e distância de segurança, deixando o condutor de descida ou cobre ou barra chata fixado diretamente na lateral da edificação, vinda do sistema de captação sem proteção com eletroduto, na chegada no nivel do piso a mesma segue direto para caixa de inspeção. Gostaria de receber a tua opinião seria uma forma de burlar a norma revisada e economizando em materiais para SDPA retirando todos os eletrodutos de PVC, caixa de inspeção suspensa e terminais de medição?

    Estarei no aguardo para ouvir a tua opinião.

    Muito obrigado!

    • Normando says:

      A norma anterior exigia a proteção mecanica dos CABOS de descida com eletrodutos. A nova norma não exige mais (acredito que tenha sido esquecimento). Eu continuo usando a pratica da norma anterior porque a nova norma não menciona nada. Assim o eletroduto só seria usado caso as descidas sejam com cabos, se forem com barra chata não precisa da proteção mecanica. Neste caso (barras) economizaria os tubos e fixações, mas lembro um conector para ensaios continua sendo obrigatório.

      ABraços,

  6. Guilherme Cordeiro says:

    Dr. Normando, quando fazemos uma malha de cobre para captação e pretendemos fazer as descidas em barra chata de alumínio, é permitido fazer de forma direta, simplesmente utilizando as conexões (terminal de compressão ou outras)?
    Esses materiais com o passar do tempo tendem a tornar a instalação “vulnerável” em algum trecho?

    Obrigado desde já!

  7. Plinio José says:

    Boa tarde Normando, tenho uma duvida no uso de R2 da norma SPDA 5419/2015 parte 2. Não ficou claro pra mim onde se enquadraria a R2, pois em nenhum exemplo da norma utiliza, e fala sobre uso indispensável para serviço ao publico, onde entendo pela tabela c.8 que seria para lugares que fornecem luz, agua e sinal de tv. Estou em fase de projeto de um comércio de materiais de construção e não sei se ele se encaixaria em R2.
    Obrigado desde já.

  8. Normando says:

    R2, só é usado quando o seu cliente fornece serviços ao publico. Exemplos de serviços ao publico: Uma subestação, uma caixa d´água que alimenta um bairro ou mais, uma torre de telecomunicação (radio, internet, TV, telefonia fixa ou móvel) , resumindo tem a ver com fornecimento desses serviços publicos e que a paralisação desses serviços devido a um raio podem comprometer toda uma comunidade com a sua falta.

    Se seu cliente n~çao fornece esses serviços vc não precisa calcular, tal como acontece tambem com o R3 (patrimonio historico).

    Abraços,

    ABraços

  9. Cássio Menezes Godói says:

    Boa tarde, no caso de um hospital que tem uma área horizontal grande e que possui vários blocos mas todos são unidos, em alguns locais eu não consigo fechar o anel inferior com mantendo a distancia máxima de 1,5 m da parede, o que fazer neste caso?

  10. normando says:

    Sem ver o projeto é dificil de falar, mas a dica é que a norma permite que quando não for possivel fazer o anel externamente este possa ser feito internamente, para isso basta justificar no projeto o motivo.

    Abraços,

    • Igor Capelo says:

      Prezado Normando, pegando um “gancho” na pergunta/resposta, a norma NBR 5419/2015, informa que este anel deve ficar posicionado à distância APROXIMADA de 1m das paredes externas, porém gostaria de saber o quanto seria esse “aproximado” de 1 metro da norma… o quanto máximo pode ficar mais que 1 metro?.. 1,2m…1,5m..?

      • normando says:

        aproximadamente 1 m , pode ser 80 cm 1,2m ,1,5m, por aí. A norma vala aproximadamente porque em alguns casos não é possível fazer a 1 m , então nesses casos sugiro que justifique no seu projeto que devido a problemas (explicitar o problema) no trecho entra a descida X e a descida Y não foi possível obedecer a essa distancia. Lembro que 2 , 3 , 4 metros não é aproximadamente 1m, quando essa distancia começa a aumentar muito as pessoas que estejam entrando na edificação ficam mais vulneráveis a Tensões de Passo. Abraços,

  11. Hernani says:

    Bom dia, em casos onde não se é possível circundar a edificação com a malha inferior de aterramento, devido algumas edificações fazem face com muros de separação de terrenos, como pode ser efetuado o fechamento da malha de aterramento?

    Obrigado

  12. Normando says:

    Hernani, o fechamento tem obrigatoriamente que ser feito , seja pelo solo, fora do solo, ou usando as vigas baldrames da fundação, esse anel tem que ser fechado. No caso do eletrodo de aterramento não natural voce pode sair do chão, porém esse comprimento não pode ser superior a 20% do comprimento total do eletrodo . No caso de eletrodo natural é necessário que existam as vigas baldrames (consultar projeto estrutural) e que estas sejam ensaiadas com testes de continuidade para garantir seu uso.

    Abraços,

  13. Guilherme Viveros says:

    Olá Sr. Normando,

    Gostaria de saber o que a norma quer dizer com roteamento de linhas internas. Seria o modo como elas são lançadas em eletrodutos, eletrocalhas?

    • Normando says:

      Guilherme , roteamento tem a ver com rota dos cabos, por exemplo condutores de energia misturados com condutores de sinal é ruim pois poderá haver indução dos cabos de energia nos de sinal. Estes deverão estar em eletrodutos separados e preferencialmente em dutos metalicos e aterrados, oferecendo assim uma blindagem dos condutores e minimizando o surgimentos de surtos induzidos.

  14. Ricardo Correa says:

    Ola Normando,

    Qual seria a justificativa para que não podermos usar cabos de cobre encordoados ( por exemplo de 50mm2) em SPDA´s do tipo estrutural no concreto armado? Vejo essa limitação na tabela 5 da parte 3 da Norma.

  15. Matheus Pinto says:

    Bom dia Normando, para eletrodo de aterramento natural é necessário TODO o fechamento ser com viga baldrame? peguei um projeto estrutural e 90% está com viga, mas fiz os testes de continuidade e o fechamento do anel deu certo, de alguma forma as partes que não tem viga estão eletricamente continuas.
    Outra duvida,em relação a equipotencialização : tenho um complexo residencial muito extenso (130m), então por pavimento serão utilizados aproximadamente de 5 a 6 BEL´s, gostaria de saber se eu fizer a ligação das decidas com as lajes dos pavimentos e depois a ligação da laje com as estruturas a serem equipotencializadas (tubulações metalicas, shaft, terra do qdl dos apartamentos, etc) tem algum problema? o engenheiro da obra disse que não tem espaço para botar 6 quadros de equipotencialização por andar, e com essa solução não seria necessário usar os quadros, a equipotencialização estaria direta na laje.

  16. Normando says:

    Matheus, com relação á primeira pergunta a norma exige que para usar as fundações como eletrodo de aterramento natural você tem que ter as vigas baldrames, ou então interligar com cabo de cobre nu os blocos da fundação, fazendo assim um anel. Neste caso você tem 90% de viga baldrame então você pode interligar as fundações que estão faltando com cabos de cobre, ainda fica tecnicamente dentro da norma e tecnicamente muito bom.

    Os BEL´s tem que ser distribuídos ao longo da edificação também prevendo eventuais necessidades futuras. Imagine que daqui a 1 ano é comprado um equipamento novo e que seja necessário equalizar ele, como você faria? O que você sugeriu pode ser feito desde que fique documentado. Você não consegue colocar essas BEL´s dentro de quadros de distribuição? É altamente recomendável esse acesso futuro.

  17. valdemir says:

    O que a norma fala sobre spda em barraca de praia com coberta de folha de carnaúba. Neste caso independente do estudo do risco é preciso colocar um Franklin isolado.

  18. Matheus Pinto says:

    Boa Tarde Normando, quando se tem a proteção de sistemas Fotovoltaicos, os DPS devem ser instalados a cada 10m? e quais são as boas praticas quando se tratam de proteção de sistemas FV?

    Desde já agradeço

  19. Normando says:

    Prezado Valdemir, o certo é fazer o gerenciamento de risco, porém para uma edificação tão pequena certamente o calculo vai indicar que não precisa de proteção, porém se voce deseja se sentir seguro , isso já é um motivo mais que justificado para se instalar uma proteção, que no caso seria mais indicado um poste dimensionado pelo metodo das esferas rolantes.

  20. Vivanilson says:

    Bom dia. Tenho a seguinte pergunta:
    Tenho uma bancada para montagem e testes de componentes eletrônicos. Posso conectar o aterramento anti estático no aterramento do sistema inteiro, juntamente com o SPDA da edificação?

  21. normando says:

    Prezado Vivanilson, a NBR5419 somente aborda assuntos relacionados a descargas atmosféroicas, mas a minha opinião é que sim, pode desde que seja da forma correta, usando o BEP (barramento de equipotencilaização principal) e os BEL (barramentos de equipotencialização local).

  22. juliano pisteker says:

    Bom dia Normando, estamos fazendo um projeto de SPDA de um hotel, esse hotel tem 60m de comprimento x20m de largura x 24m de altura, quando fizemos análise de risco considerando perda de vida humana e perda económica encontramos os parâmetros para classe de proteção nivel 1, tentamos de toda forma alterar o nível, mas sem sucesso.
    A pergunta é:
    O afastamento máximo da malha para esse nivel é de 5×5 metros, isso quer dizer que eu tenho que fazer na parte superior do prédio no telhado uma malha com espaçamento quadrante máximo de 5 metros? Esse valor de afastamento da malha de 5×5 m, foi calculado pelo programa pro elétrica da Multiplus conforme mostrado abaixo.

    8.3) Malha ou da Gaiola de Faraday

    Módulos da malha [Nível de Proteção I]

    Afastamento máximo da Malha = 5×5 m

    9) Cálculo do Número de descidas [N]

    Area = 1625 m2.
    Altura = 24 m.
    Perímetro = 180 m.
    Cantos Salientes da Estrutura = 4

    Nível de Proteção I: Espaçamento médio = 10m

    N = Perímetro / 10m + (número de cantos salientes) [N = 22] para Nível de Proteção: I
    N = Altura / 10m + (número de cantos salientes) | N = 24 / 10 + 4 | N = 7
    N >= 2 (Para descidas não naturais)

    N = 22 descidas.

    10) Cálculo do Comprimento da Haste Vertical ou Inclinada

    Haste Vertical ou Inclinada

    r = 100 ohms.m [resistividade do solo]
    R = 10 ohms [Resistência de aterramento]
    L = Comprimento da Haste em (m)

    L = r / R
    L = 100 / 10
    L = 10 m

    L(min) = 5 m

    L = 10 m

    11) Anéis horizontais de interligação das descidas

    Instalação de 1 Anél horizontal de aterramento enterrado
    Altura: 24m > 10m
    Instalação de 2 anéis horiontais intermediários.
    Espaçamento vertical = 8m

  23. Normando Alves says:

    Os dados apresentados possuem diversos erros, quanto ao número de descidas e comprimento do eletrodo de aterramento.

    Sugiro fazer um curso da Termotécnica onde você irá aprender a fazer essa analise técnica facilmente.

    Abraços,

  24. Guilherme Viveros says:

    Olá Sr. Normando.

    Gostaria de saber se posso utilizar esquadrias metálicas (“Janelas de vidro”) como parte de um subsistema de descida, visto que não é possível descer com barra chata de alumínio até o nível do solo devido a essas esquadrias. A norma diz que é possível a utilização de fachadas, perfis entretanto não fala especificamente sobre esquadrias de vidro.

  25. Walter says:

    Olá Sr. Normando

    Gostaria de tirar as seguintes dúvidas, considerando o SPDA externo e não isolado:

    1- Quando a construção é existente e não é possível respeitar a distância de segurança recomendada pela 5419, das descidas em relação a janelas e demais elementos metálicos instalados na fachada, qual a prática recomendada? Interligar os elementos metálicos a descida?

    2 – Para interligar alambrados a malha de aterramento, considerando que os alambrados estão a uma distância de de 7m da malha de aterramento em todo o perímetro da edificação protegida pelo SPDA, devo fazer a conexão de quantos em quantos metros?

    3 – Posso interligar as BEL diretamente a malha de aterramento ou obrigatoriamente ela deve ter sua origem na BEP?
    Tenho duas edificações num terreno, distantes uma da outra a 10m, porém, a distância entre a BEP (instalada junto a entrada de energia) até as barras de equipotencialização das edificações é muito distante. Obs.: A BEP está interligada na malha de aterramento, e as malhas de aterramento das duas edificações também estão interligadas.

    4- Para condensadoras instaladas no lado externo da edificação, posso interligar o cabo de equipotencilização diretamente à malha de aterramento?

    Obrigado desde já

  26. Paulo Gomes says:

    Boa tarde. Estou com uma dúvida: Tenho uma tubulação de gás, em cobre, passando perpendicularmente com a barra chata de alumínio da descida do SPDA. Gostaria de saber como fazer a proteção desta tubulação de gás?

    • normando says:

      Prezado Paulo, desculpa a demora na resposta, mas estava viajando.
      Em primeiro lugar essa tubulação deverá estar mais baixa que o condutor da captação para evitar que ele receba uma descarga direta (zona 0B). Além disso é necessário fazer o calculo da distancia de segurança para determinar ser essa estruutra precisa ou não de ser interligada com o SPDA. Na norma existem alguns exemplos.

      Abraços,

  27. Edson Dimas de Oliveira says:

    Engenheiro Normando, boa tarde!

    Executamos uma obra de SPDA com projeto fornecido pelo cliente, dentro da Norma 5419/2015, foram instalados cabos rígidos com 7 fios a captação com cabo de 35,0 mm² (diâmetro externo de 33,0 mm², fios de 2,22 mm²) e malha de aterramento de 50,0 mm² (diâmetro externo de 49,00 mm², fios de 2,70 mm²), estas medições foram medidas com paquímetro digital e não micrometro.
    Os materiais empregados são todos da Termotécnica, tendo sidos empregados em várias obras de diversos clientes, executadas de outubro de 2017 a janeiro de 2018.
    Um dos nossos clientes está solicitando a retirada dos cabos empregados na obra, cabos esses que tínhamos em nosso estoque não adquirido da Termotécnica.
    Normando, pela sua vasta experiência como um dos elaboradores da norma estes cabos apresentaria qualquer problema no perfeito funcionamento do sistema SPDA, sendo que os serviços foram todos executados dentro da norma conforme projeto fornecido pelo cliente, resistência de 0,14 ohms, teste de continuidade deu tudo certo e os serviços foram bem executados com excelência de acabamento.
    Ficamos no aguardo de contato e parecer de V.Sa e desde já agradecemos.

    Atenciosamente.
    Edson Dimas de Oliveira
    Engº Eletricista – CREA-MG 42.277/D

  28. Matheus Pinto says:

    Boa tarde Normando, o DPS é obrigatório nos quadros dos apartamentos? ou pode ser colocado só no BEP ou no quadro de entrada de energia?

  29. Normando says:

    Prezado Edson, desculpa a demora na resposta.
    Voce afirmou que toda a instalação foi feita com capricho de acordo com o projeto e a norma, porém as bitolas que vc mencionou não estão de acordo com as normas.
    Se os valores forem esses mesmos , provavelmente é cabo comercial (fora da norma), por isso deve ter sido bem mais barato. É o barato que sai caro.
    A norma exige que o cabo 35 mm2, tenha no minimo 2,5 mm de diametro e o cabo 50 mm2 tenha no minimo 3,0 mm2, então esse cabo não atende á norma.
    Sugiro que devido á precisão seja medido com micrômetro, a aí a diferença pode ser ainda maior.
    Eu concordo com o seu cliente em retirar todos os condutores que não estejam atendendo á norma.
    Com relação á medição da resistência de aterramento , isso não é relevante. Uma baixa resistência não é obrigatoriamente um bom aterramento.
    Os teste de continuidade sim são importantes, mas isso de nada adianta se os cabos não estiverem dentro das normas.

    Boa sorte. Abraços,

  30. Eng. Paulo Gomes says:

    Boa tarde Normando.

    estou aguardando vossa resposta a minha dúvida postada no dia 03/05/2018
    Tenho uma tubulação de gás, em cobre, passando perpendicularmente com a barra chata de alumínio da descida do SPDA. Gostaria de saber como fazer a proteção desta tubulação de gás?

  31. Eng. Denise says:

    Prezado Normando,

    Gostaria de esclarecer uma dúvida em relação ao sistema de SPDA de prédios com fachada revestida em ACM ( Placas Modulares de alumínio composto).
    É necessário fazer a equalização destas placas? Neste caso, qual a melhor forma de fazê-lo?

  32. normando says:

    Prezada Denise, Essas esquadria metalicas de Aluminio podem ser incorporadas ao SPDA se forem continuas. Essa comprovação pode ser visual ou com testes de continuidade conforme estabelecido na parte 3 da NBR5419/2015. Dependendo da posição e do eprcuro dessas peças elas podem ser usadas como decidas e/ou aneis horizontais de cintamento e também como captor para descargas laterais. O mais importante é garantir a sua continuidade. Essa continuidade (se for necesário) pode ser feito de diversas maneiras, sendo a mais facil usando 2 conectores de pressão de cobre estanhado e um pedaço de cabo de Alumimio ou cobre.

  33. Flaudemir Pereira says:

    Boa tarde Normando!

    Sou iniciante no estudo de SPDA e estou com duas dúvidas que não encontrei nada detalhado na norma.

    A primeira dúvida é em relação a conexão do subsistema de captação com o subsistema de descida natural, usando a armadura do concreto armado, a norma NBR 5419-2015 não especifica a quantidade de conexões que interliga os dois subsistemas. A norma especifica somente o minimo de 2 descidas para SPDA não natural.

    A segunda duvida é sobre mini captores, onde na norma item 5.2.1, diz que: “Captores individuais devem ser interconectados ao nível da cobertura para assegurar a divisão de corrente em pelo menos dois caminhos”.
    A dúvida é, esse item serve para mini captores interligados a malha de captação?

    Desde já agradeço pela atenção.

    • normando says:

      Flademir , bom dia,
      A norma fala que o nr. minimo de conexões do sub sistema de captação com o sub sistema de descidas deverá ser no minimo o correspondente ao nr. de descidas externas (se fosse um SPDA convencional), sendo desejável o dobro .
      Esse item 5.2.1. se refere especificamente a mastros
      Cuidado com o nr. de descidas, só é permito 2 descidas se a conta do perimetro dividido pleo espaçamento do nivel de proteção (que sai do gerenciamento de risco) der menos que 2 , se der mais que 2 o numero de descidas deverá ser o nr. que deu nessa conta, arredondando sempre para o proximo nr. inteiro.

  34. PABLO VINICIUS says:

    COM RELAÇÃO AO SUBSISTEMA DE DESCIDA CONFORME A TABELA DA ANTIGA NBR(TABELA 03), AS DESCIDAS NÃO NATURAIS EM CABO DE COBRE NÚ, PARA EDIFICAÇÕES COM ATE 20 METROS DE ALTURA, A RESPECTIVA BITOLA DO MESMO PODERIA SER DE 16mm2, COM A NOVA NORMA, PERMANECE?

    • normando says:

      Prezado Pablo, sse item da norma foi retirado, agora as descidas teem que ser em core nu 35mm3 , formação 7 fios, diametro de cada fio 2,5 mm – NBR6524 e NBR5419/2015.

  35. Douglas Goscks Machado says:

    Olá,

    A nova norma admite como eletrodo de aterramento cabo de aço cobreado e cabo de aço galvanizado a quente. Porém nesse caso como ficam as emendas, podem ser utilizadas soldas exotérmicas? Qual é o tipo de emenda aconselhado nesse caso.

    • normando says:

      a NORMA PERMITE CONEXÕES MECANICAS, DESDE QUE TENHA UMA CAIXA PARA MANUTENÇÃO OU TROCA DOS CONECTORE OU SOLDA, QUE NÃO EXISGE ESSA CAIXA.

  36. Júlio Barata says:

    Normando, boa tarde.
    Para um galpão de resíduos/descarte (papel, madeira, plástico, etc.), estamos utilizando os pilares metálicos da estrutura como descidas de SPDA, inclusive os pilares internos ao galpão. Existe alguma preocupação com o toque nestes pilares, uma vez que estão expostos? Obrigado!

    • normando says:

      Os pilares internos deverão também ser aterrados e quem está dentro da edificação está correndo um risco aceitável, ou seja muito baixo, porém quem estiver do lado de fora da edificação está correndo um risco muito alto de Tensão de transferência (descarga lateral), Tensão de Toque e Tensão de passo. Para essas situações fora da edificação e junto das descidas Externas, a norma sugere algumas medidas para reduzir esse risco a níveis aceitáveis, tais como isolação (seja usando um condutor especial de descida que elimina esse risco, seja fazendo uma malha reticulada no piso até 3 m da descida, seja colocar no piso materiais isolantes , como brita, asfalto, etc. Outras medidas podem ser adotadas , como por exemplo a instalação de obstáculos de materiais não metálicos (por exemplo vasos grandes com plantas de espinhos) ou avisos de alerta, seja através de um aviso escrito (placa de advertência) seja um alerta de tempestade, fazendo com que as pessoas mantenham distancia dessas descidas. Gostaria de lembrar que a norma explicita que se o seu SPDA for natural (pilares metálicos ou de concreto com ferragens contínuas) e se tiver um minimo de 10 descidas não existe preocupação com relação ás tensões de toque.

  37. rogerio says:

    boa noite Eng. NORMANDO
    Gostaria de saber os edificios de ate 20 m que possuem sistema Franklin já instalado e com apenas uma descida…de acordo com a nova norma precisa fazer a segunda descida ou mantem o sistema com uma só…e predio que nao possuem caixas de inspecão ,,,sao obrigatorio fazer?

  38. CARLOS WILTON OLIVEIRA MOURA says:

    Normando Bom dia,
    Eu gostaria de saber se é necessário fazer a proteção de estufas agrícolas com captores? Por que no caso, uma estufa agrícola seria uma grande gaiola de faraday o que seria recomendado de acordo com a norma a se fazer com uma estrutura dessa?

  39. normando says:

    Rogério, SPDA não isolado com apenas uma descida está fora das normas está fora das normas a pelo menos 35 anos. Num prédio padrão deverão ser instaladas de 6 a 10 descidas.Para saber o nr. correto de descidas é necessário fazer o gerenciamento de risco (parte 2 da norma NBR5419/2015) onde será determinado o nivel de proteção, depois tem uma tabela que determina o nr. de descidas em função do perimetro da edificação e do nivel de proteção. Este espaçamento varia de 10 m a 20 m e é o nivel de proteção que irá determinar com precisão essa quantidade.
    No SPDA não isolado com cabos externos a norma exige o conector de ensaios que deverá ser instalado proximo da transição descidas/aterramento. Se esse conector ficar na descida antes de entrar no solo então voce deverá usar uma caixa de inspeção suspensa para proteção mecanica do conector de medição (a norma não exige, mas é uma boa pratica de engenharia), porém se essa conexão tiver que ser no solo então a norma exige o uso da caixa para dar manutenção nos conectores ou até mesmo a troca destes.

  40. Guilherme says:

    Boa tarde, Normando,

    Primeiramente, agradeço pelo espaço para dúvidas técnicas. Sou recém formado e aprendi muito com o conteúdo técnico aqui disponível.

    Tenho algumas dúvidas específicas:

    1) Em relação a conexão do DPS: Vejo que em alguns projetos o projetista opta por usar o DPS em série com um fusível ou disjuntor. Principalmente em quadros com disjuntor geral que providenciam alimentadores para quadros terminais. Acredito que esse procedimento é uma boa prática, caso o disjuntor tiver capacidade de interrupção superior à corrente de surto do DPS. Apesar disso, esse tipo de prática é incentivado por norma?

    2) Em relação à atualização do SPDA em edifícios antigos: Alguns edifícios (+30~40 anos) não possuem qualquer espaçamento para aterramento mínimo de anel externo (devido proximidade com outros edifícios ou vias públicas). A falta de espaçamentos seria justificativa técnica suficiente para projeto de aterramento por anel interno? Nesse procedimento seria uma boa prática verificar a continuidade das vigas baldrames? Tive o receio de o teste de continuidade ser “falso positivo”, devido a continuidade elétrica possa ser por outro caminho e não necessariamente pela viga (semelhante à dúvida do Matheus Pinto). Seria então a solução recorrer ao anel interno e a conexão na estrutura ocorrer somente em um ponto objetivando equipotencialização?

    3) Ainda em relação à atualização de SPDA em edifícios antigos: A norma incentiva o uso de SPDA estrutural. Porém, em casos particulares os edifícios não possuem as plantas estruturais. Seria adequado solicitação de as built da estrutura a um Eng. Civil? Ou é mais interessante descartar o uso de elementos estruturais devido não haver garantias de continuidade elétrica ao longo do tempo?

    4) Em relação à edifícios com cobertura: Pelo que compreendi dos textos do senhor, é uma boa prática utilizar método eletrogeométrico ou Franklin (com captores em posição elevada, como na torre da caixa de água) com objetivo de proteção da cobertura. Apesar disso, não encontrei nenhuma menção na 5419 a esse tipo de situação. Na sua experiência devo adicionar uma margem de segurança em relação ao “piso” da cobertura?

    Desde já, agradeço pela atenção,
    Guilherme

  41. normando says:

    Prezado Guilherme,
    Segue resposta ao seu testamento (rsrsrsrsr)
    1) Sim na parte 4 da NBR5419/2015 e na NBR5410.
    2) sim é uma excelente justificativa para fazer o anel de aterramento. Sim a norma permite e recomenda que vc pode fazer os testes de continuidade das vigas baldrames (caso existam) e caso apresentem um resultado satisfatório , sejam usados como elementos naturais do eletrodo de aterramento. No caso de vc fazer o anel interno (eletrodo não natural) essas ligações com ferragens locais da fundação irão melhorar o desempenho do eletrodo e evitar centelhamentos perigosos, assim é uma excelente prática.
    3) tem que analisar o que é mais vantajoso financeiramente, mas ter o apoio de um eng. Civil calculista sem duvida vai ajudar muito. Se não existir esse personagem , vc pode ir na tentativa e erro, certamente será mais trabalhoso. Já fizemos dezenas desses projetos porém sempre com pelo menos o projeto estrutural presente.
    4) Acho que aqui houve um erro de comunicação. Em edifícios altos o método mais adequado seria o método das malhas. Captores verticais somente costumam ser usados quando além da edificação existem outras estruturas específicas a serem protegidas, tais como antenas coletiva, guarda corpos, out doors, placas solares, boilers, etc, ou quando é necessário ampliar o volume de proteção em locais onde exista presença constante de pessoas (terraços) e que por algum motivo o método das malhas não atende plenamente á proteção necessária. Ficou mais claro agora?
    Forte abraço,

    • Guilherme says:

      Boa noite, Normando,

      Agradeço fortemente pela atenção, ajudou bastante!

      Se possível considerem Florianópolis e região, em próximos eventos e cursos da Termotécnica.

      Obrigado, forte abraço,

  42. Sousa says:

    Prezado Normando, boa noite.
    Queria, se possível, tirar um dúvida sobre SPDA. Acontece o seguinte, tenho um projeto, em que nele existe um galpão e um bloco administrativo, separado por uma distância de +/- 12 metros um do outro. A pergunta é :
    1) Eu preciso interligar os aneis perimetrais de aterramento entre os dois edifícios?

    • normando says:

      Voce pode interligar pois estão proximos e assim funcionariam como uma malha unica, tal como acontece na área industrial, porém não existe nada que te obrigue a fazer isso , pois a norma aborda as edificações de forma separada. Então se vc não interligar seu projeto não estará foraa de norma, ok ?

      ABraços e sucesso.

  43. Pedro says:

    Olá Normando,

    Gostaria de saber se podemos usar cabos semi-flexíveis revestidos e retirar a proteção para se tornar cabo nu? o sistema é abaixo de 20 metros e na cidade estou tendo dificuldade de encontrar cabos nu rígido de 16mm²

    • normando says:

      Pedro, pode sim desde que não tenha mais que 7 fios e a seção minima exigida pela norma. Cuidado com os cabos comerciais com mais de 7 fios e seção bem menor que te vendem. Sugiro que faça referencia á norma NBR6524 e NBR5419/2015 e deixe claro que tem que ser cabo normalizado.

  44. Fernando Sergio Moi says:

    Boa tarde Normando,
    Vou projetar o SPDA de um galpão, nas laterais e no fundo existem construções que impossibilitam a instalação do anel de aterramento? Numa situação dessa, como devo montar o anel?

    • normando says:

      Fernando, nesse caso voce pode, nesse trechos fazer o fechamento por dentro da edificação e no projeto voce justifica porque fez dentro da edificação. Se voce jsutificar a norma aceita.

      Abraços e sucesso.

  45. Marcelo says:

    Marcelo
    Boa noite Normando,
    Gostaria, se possível, de esclarecer duas dúvidas:
    1- Realizei uma vistoria em uma edificação a qual tem um SPDA classe II natural utilizando os pilares de concreto e fundações da estrutura. Porém esse SPDA está de acordo com a norma antiga NBR 5419/2005 com espaçamento entre as decidas de 15 metros para classe II. Como posso fazer para readequar esse SPDA com a NBR 5419/2015 que exige a distância de 10 metros entre as descidas para Classe II com tolerância de 20%. Posso deixar essa distância das decidas de acordo com a norma antiga e justificar que é estrutural no laudo?
    2 – Quando vocês ministrarão o curso de SPDA e MPS em São Paulo?
    No aguardo.
    Muito Obrigado.

    • normando says:

      ´Prezado Marcelo, sempre orientei os projetistas, que quando fizessem o SPDA Natural usassem todos os pilares, pois a corrente não tem tempo para ficar procurando onde existe continuidade ou não, o raio simplesmente desce por todos os pilares. Se o critério foi esse, então para ser coerente, a minha sugestão é que peça para expor as ferragens em outros pilares para garantir a quantidade minima de acordo com o SPDA externo, neste caso foi uma economia porca do projetista naquela época.
      O proximo curso em SP é no mes que vem, se não me engano, confira as datas em http://www.tel.com.br.

      Abraços.

  46. João says:

    Boa tarde,

    tenho uma estrutura metálica que requer SPDA, quais cuidados preciso tomar com as descidas considerando que o material utilizado para estrutura (aço-carbono) não pode ser utilizado como descida natural segundo a norma. Por exemplo, as descidas precisam estar isoladas da estrutura? Se sim, como?

    • normando says:

      João, não entendo porque vc diz que não pode usar essa estrutura metalica como elemento natural do SPDA, a norma indica exatamente o contrário, que estruturas metalicas continuas devem ser preferencialmente usadas , como elementos naturais.
      Qual o item da norma que vc se baseou para essa interpretação ? A menos que seja uma condição muito excepcional.

  47. normando says:

    ´Prezado Marcelo, sempre orientei os projetistas, que quando fizessem o SPDA Natural usassem todos os pilares, pois a corrente não tem tempo para ficar procurando onde existe continuidade ou não, o raio simplesmente desce por todos os pilares. Se o critério foi esse, então para ser coerente, a minha sugestão é que peça para expor as ferragens em outros pilares para garantir a quantidade minima de acordo com o SPDA externo, neste caso foi uma economia porca do projetista naquela época.
    O proximo curso em SP é no mes que vem, se não me engano, confira as datas em http://www.tel.com.br.

    Abraços.

  48. João says:

    Desde já agradeço o retorno.
    No item 5.2.5 da norma 5419-3/2015 que trata de componentes naturais, ele traz a Tabela 3 que indica materiais e espessuras para que o elemento possa ser considerado parte do SPDA. O item c) desde trecho diz que partes metálicas, como grades ou tubulações, só podem ser consideradas partes de um SPDA se atenderem a tabela em questão.
    Se a utilização desse tipo de material é tecnicamente correto, em qual trecho posso me embasar para justificar?

    • normando says:

      O ITEM 5.2.5. fala sobre peças ou estruturas que possam ser usadas como elementos naturais do SPDA, caso a espessura minima seja atendida, então se for o caso,voce pode usar. Lembre-se que existe uma espessura minima para poder ser usada como captor e existe uma espessura minima onde não existe elevação da temperatura nem derretimento da telha, neste caso até em áreas classificadas pode ser usada.

      Abraços,

  49. Rogerio says:

    Bom dia Normando gostaria de tirar uma duvida,na minha cidade a maioria dos edificios baixos ate 4 andares utilizam captores franklin e apenas um subsistema de descida e para subsistema de aterramento 3 eletrodos formando um triangulo fechado… de acordo com a norma precisa fazer alguma alteração? E outra pergunta seria caso eu faça alguma alteração no projeto de um spda ja instalado porem fora da norma atual é obrigatorio fazer outro projeto ou apenas deixar esclarecido no laudo que o spda foi atualizado?

    desde de ja agradeço…abrsss

    • normando says:

      Rogério , pela sua descrição o sistema está totalmente fora das normas, faça o laudo relatando isso. Sugira que seja feito um novo projeto de acordo coma norma NBR5419/2015.

  50. Gabriel says:

    Boa tarde,

    1) A norma determina que devem ser feitas interligações horizontais com os condutores de descida, AO NÍVEL DO SOLO, e em intervalos entre 10 m a 20 m de altura de acordo com a tabela. Porém vejo que muitos projetistas não fazem essa interligação ao NÍVEL DO SOLO. Gostaria de saber se ela deve ser realizada ou se minha interpretação está equivocada.

    2) Estou elaborando o projeto de SPDA de uma subestação abrigada de 5×5 metros, com dois andares, e a norma da concessionária define que o sistema de aterramento deve ser menor que 10 ohms.
    – Gostaria de saber se apenas o aterramento em anel em volta dessa estrutura e hastes de 3 metros nas extremidades, é suficiente para atender essa especificação.
    – A principio eu projetei uma malha de aterramento de 20 x 20 metros, com mash de 2x2m, porém isso faz com que a malha ocupe parte do pátio de estacionamento. Gostaria de saber se isso seria um problema também, sabendo que o estacionamento será asfaltado.

    • normando says:

      Gabriel ,
      com relação á primeira pergunta voce está correto a norma exige essa equipotencialização com as ferragens. pode ser que outros projetistas não façam , mas voce tem que exijgir o que está na norma. não balize o seu projeto por outros piores.
      Com relação á segunda pergunta a concessionária exige 10 ohms porque para baixa frequencia (60 Hz) isso é importante para a segurança pessoal, mas não é para SPDA. Se voce vai também projetar uma malha para a SE então vc vai ter que fazer a prospecção do solo , estratificar o solo em camadas, lançar a sua malha nesse solo (camada) e verificar quantos ohms deu, se precisar vc tem que ampliar a sua malha para atingir esse valor, porém e o seu caso é apenas SPDA (se vc foi contratado apenas para SPDA) é a norma NBR5419 que vc tem que atender. Voce so vai precisar fazer esse serviço se no gerenciamento de risco der nivel 1 ou 2 de proteção.

  51. Marcos Valencio says:

    Normando, bom dia!

    O cabo de cobre nú de 50mm2 normatizado, deve seguir qual norma, 5349 ou 6524? Como eu conseguiria verificar se o cabo atende esse norma? Medido diâmetro e/ou secção do cabo? Se sim, qual seria a tolerância aceitável? O que significa classe 2, 2A, 3 e 3A? Sou leigo no assunto?

    • normando says:

      Marcos,
      A norma NBR5419/2015 já estabelece as condições minimas de seção , nr. de fios , etc, isso está nas tabelas 6 e 7 da parte 3 da norma.
      Voce também pode consultar a NBR6524 para cabo classe 2A (tempera meia mole) , que bate com a NBR5419.
      A questão da tempera tem mais a ver com a trabalhabilidade do cabo. Existe a tempra mole, meia mole e dura, normalmente se usa nesse tipo de instalação a tempa meia mole (2A), por ser mais trabalhável.

  52. Carlos Alberto Alves de Almeida says:

    Boa noite.
    Por favor: Qual a razão da norma permitir as descidas de SPDA em aço? sendo que aço não e condutor.
    Grato,
    Carlos

    • normando says:

      Carlos ALberto,

      Voce tem certeza do que está falando ? Mudaram a fisica , a quimica e a eletrica sem me avisar ? desde quando e onde o aço é isolante ?

  53. Matheus Camargo says:

    Boa tarde Normando,
    Vi seu comentário de em caso de descidas em pilares metálicos expostos, a norma fala que no caso de no mínimo 10 descidas naturais os problemas com tensão de toque estão dentro dos riscos aceitáveis para quem está dentro da edificação. Gostaria de saber em qual item a norma explicita isso.

    Obrigado!

    • normando says:

      8.1 Medidas de proteção contra tensões de toque 8.1.1 Em certas condições, a proximidade dos condutores de descida de um SPDA, externo à estrutura, pode trazer risco de vida mesmo que o SPDA tenha sido projetado e construído de acordo com as recomendações apresentadas por esta Norma.
      Os riscos são reduzidos a níveis toleráveis se uma das seguintes condições for preenchida:
       a) a probabilidade da aproximação de pessoas, ou a duração da presença delas fora da estrutura e próximas aos condutores de descida, for muito baixa;
       b) o subsistema de descida consistir em pelo menos dez caminhos naturais de descida (elementos de aço das armaduras, pilares de aço etc.) interconectados conforme 5.3.5;

  54. Jorge Mascarenhas - um estudioso says:

    Boa tarde. Eu gostaria primeiro diante do seu conhecimento demonstrado, fazer uma sugestão: Construir um manual menos tecnicos para ” leigos” ,de facil leitura para que se possa ministrar reciclagem no pessoal que trabalha nessa área. A NBR 5419/2015 é muita tecnica e sua interpretação não é para todos. Muita gente que conheço e converso tem uma serie de duvidas e as discussões vão longe. Vou dar uma exemplo : esfera rolante ??? ( deve haver um linguajar de facil entendimento) altura do mastro , gera uma proteção x ( pelo angulo um hipotenusa ) qual o raio maximo que um mastro de seis metros protege? Ou seja numa área x quantos mastros devem ser instalados?.
    Mas as minhas duvidas , na verdade são as seguintes: Num aterramento de barra chata existe uma norma quanto a especificação ao material que deve ser os parafusos de fixação na base e nas emendas das barras ( galvanizados , aço inox , aluminio, etc)? Outra duvida : me parece, se ouvi direito, que o medição Õhmica teve seus valores alterados ( era ou ainda é de 0,01 a 10 ohm) ou houve alguma mudança.

    • normando says:

      Prezado Jorge, para entender melhor essas questões mais tecnicas recomendo fazer um de nossos cursos de SPDA, veja em nosso site as proximas datas ( http://www.tel.com.br) . A leitura da norma exige no minimo um nivel eletrotécnico ou de engenharia eletrica, para melhor entender o assunto, mas no curso fica mais facil de demonstrar essas questões.
      Com relação aos materiais de fixação das barras chatas a norma não especifica quais os componemtes devm ser usados, mas basicamente tem que seguir as diretrizes da tabela 5 da parte 3 da norma NBR5419/2015.
      Com relação ao valor de medição de resistencia de aterramento a norma não exige esse serviço nem menciona valor algum.
      Existe um outro ensaio que pode ser feito que são os testes de continuidade eletrica de ferragens de descidas para serem usadas como descidas naturais ou baldrames, etc. Os valores aceitos são: 1 ohm para primeiro teste (ou medição inicial) e 0,2 ohms para teste final(medição final) com todo o SPDA interligado inclusive com as descidas naturais.

  55. Wanderlei de Oliveira says:

    Boa Tarde

    Caro Normando

    Tenho duas duvidas e gostaria de sua ajuda.

    Fiz o treinamento de SPDA em agosto deste ano, porém executando alguns trabalho surgiram algumas duvidas.

    1- Se a edificação contém 10 ou mais descidas do SPDA, entre o sistema captor até a malha, a tensão de passo praticamente não oferece risco, desde que a resistividade seja baixa?

    2- Em uma medição de continuidade do SPDA, detectamos que a malha subterrânea não existe, somente as hastes. Este SDPA é existente e praticamente inviável a construção de uma nova malha.
    Pergunta: – E necessário fazer a malha?
    Que problemas poderão ocorrer no caso de uma ocorrência de raio.

    Desde já Grato

    • normando says:

      resposta 1- Não oferece risco para as tensões de passo , independente da resistividade do solo.

      resposta 2- É obrigatório ter a malha em anel, seja com cabo, seja pelas fundações horizontais. As consequências são , a não conformidade com a norma e o risco de acidentes pessoais são muito altos, devido ás altas tensões que irão aparecer no solo, no momento de uma descargas direta ou indireta, nas redondezas.

  56. ADJAILSON MIRANDA says:

    Prezado.

    Boa tarde.

    O anel de aterramento pode ser efetuado em barra chata de alumínio, senso este fixado externamente na parede externa da edificação e depois interligado nas hastes de aterramento??
    No caso onde o prédio não seja possivel fechar o anel de aterramento, é possivel passar a barra chata de alumínio por cima do prédio e interligar a outra ponta na outra extremidade do anel???

  57. normando says:

    A norma só permite que isso seja feito em 20% do comprimento do eletrodo de aterramento, e mesmo assim tem que ser justificado o motivo tecnico dessa atitude. Lembrando que o “cliente não quer quebrar o piso” não é motivo tecnico.

  58. ADJAILSON MIRANDA says:

    Normando.

    Bom dia, talvez não tenha sido claro a minha pergunta, vou melhorar.
    1- A malha de aterramento que forma o anel inferior, pode ser montado com barra chata de alumínio, sendo este fixado externamente na parede na parte inferior e externa da edificação e depois fazer a interligação no eletrodo de aterramento??
    2- No caso onde o prédio não existe a possibilidade fechar a malha de aterramento inferior, é possivel passar a barra chata de alumínio por cima do prédio e interligar a outra ponta na outra extremidade do prédio, fechando este anel?

    Obrigado

    • normando says:

      A norma exige que tenha um anel no chão interligando todas as descidas, porém caso onde não seja possivel fazer esse anel, voce pode fazer fora do chão, desde que esse trecho não seja maior que 20% do comprimento total do eletrodo em anel. Se voce tiver que fazr todo o anel fora do chão a norma não permite, nesse caso voce pode fazer os testes de continuidade eletrica das vigas baldrames (caso existam) nas fundações e se der positivo então voce terá um eletrodo natural de aterramento. Se voce não sabe ou não tem vigas baldrames, então voce terá que romper os pisos para fazer o anel.

  59. sidnei says:

    Bom dia Normando,

    Tenho ponto de conexão para ensaios a uma altura de 3 metros sem a caixinha de inspeção, instalado no meu prédio, sendo assim tenho que instalar a caixa mesmo estando a 3 metros de altura?

  60. LUIS RENATO DALLEDONE KOLODY says:

    Em um projeto de um edificio em que não é possivel o afastamento de 1 metro da parede para a malha de aterramento, devido a toda área externa em dois lados estarem ocupadas pelos vizinhos e os outros dois lados serem áreas públicas. Sendo assim, estou adotando solução de malha interna no subsolo, em área de garagens, com cabos enterrados a 0,50m e caixas de inspeção em proliprolileno junto as 14 descidas e proteção lateral nos cabos de subidas no reboco com tubos de PVC 3/4 até 2,5m. Pergunto se as caixas em polipropileno são adequadas para esta situação e se os tubos PVC garantem a segurança de pessoas em eventuais descargas.
    Outra questão é que todas as descidas voltadas para as duas faces públicas necessitarão ser realizadas onde o edificio utiliza pelicula de vidro. Há alguma indicação diferenciada para esses casos?

    • normando says:

      O tubo de PVC ou as caixas de polipropleno não garantem segurança pessoal contra tensão de passo e toque, somente para proteção mecanica dos cabos, não das pessoas.
      Nas fachadas onde exite pele de vidro , a norma permite que essas estruturas sejam usadas como descidas naturais se atenderem ás exigencias da norma e tiverem sua continuidade eletrica assegurada.

  61. Stephani Lopes says:

    Bom dia Normando,
    Estou com uma dúvida no gerenciamento de risco, estou realizando o projeto de SPDA de uma Usina que possui aproximandamente 60 edificações. Gostaria de saber como trato as estruturas, se considero elas no gerenciamento de forma isolada, ou considero elas com os prédios adjacentes? Estou com essa dúvida, porque a análise destas estruturas, para este caso, fica muito mais difícil, visto que existem muitos prédios ao redor. Eu estava considerando para cada prédio, a estrutura de forma isolada, pois a análise de risco se torna mais fácil de ser tratada. No caso de se analisar os prédios ao redor, e avaliar a interação de cada um, a análise fica muito complexa. E para um projeto dessa dimensão, o análise de risco fica extremamente mais complicada. Gostaria da sua opnião.

  62. normando says:

    Nestes casos fazemos o GR para as edificações de alvenaria (não metálicas) e adotamos o que o GR diz. Para estruturas metalicas perto das edificações , mandamos aterrar tudo por questões de segurança pessoal. Se o cliente demosntrar necessidade em querer proteger, mesmo que o GR diga que não precisa, adote nivel 4 de proteção e faça o projeto.

    Abraços,

  63. RINALDO J OLIVEIRA says:

    Boa noite Professor
    Gostaria de saber se placas fotovoltaicas podem ser consideradas captores naturais ou devem estar dentro do volume a proteger? Lembrando que quando instalo hastes ou captores aéreos esses equipamentos poderiam projetar sombras, o que interferiria na produção de energia.

  64. normando says:

    Usar essas palcas como captores naturais não é nada recomendável pois irá levar o raio para dentro da edificação aumentando o risco de acidentes pessoais e incendio.
    A sugestão é essa mesmo que vc mencionou, tente colocar mais captores verticais com alturaa maior para gerar uma zona 0B, ou posicionar as placas num local onde o SPDA existente possa proteger essas placas.

  65. normando says:

    Usar essas placas como captores naturais não é nada recomendável pois irá levar o raio para dentro da edificação aumentando o risco de acidentes pessoais e incendio.
    A sugestão é essa mesmo que vc mencionou, tente colocar mais captores verticais com altura maior para gerar uma zona 0B, ou posicionar as placas num local onde o SPDA existente possa proteger essas placas.

  66. Igor Fornasa says:

    Boa tarde Normando,

    Estou fazendo um projeto de SPDA para uma edificação que possui tubulação de gás entrando no edifício. Sendo assim não consigo fechar a malha de aterramento sem que o cabo passe a menos de 2 metros da tubulação de gás. O que posso fazer nessa situação para conseguir fechar a malha?

  67. Julius Sobral Vannier says:

    Boa Dia Normando,
    Estou com uma duvida parecida com a do Igor. No meu caso tenho um posto de gasolina e gás, onde a tubulação de gás esta projetada para passar sobre o telhado da conveniência. Tenho uma gaiola de Faraday projetada sobre este telhado. A tubulação estará protegida se passar abaixo da gaiola e acima das telhas?
    Obrigado

    • normando says:

      A norma diz qu todas a smassas metalicas que entram ou saim da edificação deverão ser interligadas no ponto de cruzamento com a malha de aterramento. Se possuirem proteção catodica essas tubulações deverão ser interligadas de forma indireta através de DPS específico.

      Se por algum motivo não puder interligar então vc deverá calcular a distancia de segurança para manter esse afastamento e evitar centelhamento.

      Abraços,

    • normando says:

      A receita é parecida. Em primeiro lugar vc tem que garantir que essa tubulação está dentro da Zona 0B, depois que ela tenha uma distncia de segurança suficiente para que não ocorra um centelhamento . Fazer a interligação com o SPDA pode ser uma boa solução

  68. Dalton Ramos says:

    Prezados Normando
    Tenho uma dívida quanto ao teste de continuidade das descidas de SPDA não estrutural que não utilize descidas naturais. Gostaria de saber se é possível realizar o teste de continuidade das descidas convencionais ( Cu#35mm² e Chapa de Al) ou não precisa? Grato por tudo

    • normando says:

      Voce só teste o que voce não está vendo. Se as descidas são embutidas no reboco ou concreto, então vc tem que fazer os tete de continuidade, mas se vc vir elas não precisa testar aquilo que vc está vendo que é continuo.

    • normando says:

      Apesar de não serem obrigatorios , a distancia entre esses captores é em torno de 6m, para os de 20cm de altura e 7,5m para os de 60cm de altura.

  69. Dalton says:

    Prezado mestre,

    Se não for possível a utilização da Re-Bar, é possível utilizar o aço da própria armadura de concreto como subsistema de descida? Grato

    • normando says:

      Sim, mas tem que ter muito cuidado e muita fiscalização, pois as obras que ertificamos a maioria que usa a propria ferragem, chega no final da estruutra e ninguém sabe onde estão essas barras, por serem iguais ás ferragens estruturais.

  70. Marcos says:

    Ola!
    Trabalho com som na minha igreja, estou tendo problemas com zumbido nas caixas de som ativas, nossa igreja é em um galpão de estrutura metálica e até o momento não tem aterramento, para solucionar o problema parafusei um terminal pressão em uma das colunas de sustentação da estrutura e interliguei no cabo(não é cabo de energia e sim sinal de áudio) que sai da mesa de som e alimenta as caixas de som, o zumbido e as interferências desapareceram. Esta forma pode colocar em perigo a pessoa que esta operando o som? Resumindo: o aterramento do equipamento de som esta sendo feito utilizando a estrutura metálica do galpão.

    • normando says:

      Marcos esse não é o procediemnto correto e pode sim trazer riscos adicionais para as pessoas e apra o equipamento. O correto é seguir o que a norma NBR5410 de instalações eletricas de BT recomenda, que é a distribuição do fio terr junto com os demais condutores e ffazer um aterramento onde o fio terra deverá ligar num BEP-Barramento de equipotencialização Principal.

  71. PAULO AUGUSTO FERNANDES says:

    Em um pequeno estádio que possui quatro torres de refletores e uma arquibancada que ocupa uma lateral do campo (mesma dimensão do campo) é melhor fazer um sistema combinado?
    um para cada torre ( MétodoFranklin com SPDA isolado)
    e na arquibancada – Método das Malhas
    As malhas das 4 torres e da arquibancada seriam interligadas, uma vez que duas torres estão a 70m da arquibancada?

  72. Lucio Neto says:

    Bom dia!
    Quais as recomendações para sistema de SPDA em plataformas offshore? Existe alguma obrigatoriedade, por exemplo, para torres de telecomunicações?

    Obrigado.

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