Pergunte ao Especialista

Envie a sua pergunta para o nosso especialista, Normando Alves. Deixe a Termotécnica Para-raios continuar fazendo parte da construção de seu conhecimento! .

157 Comentarios em “Pergunte ao Especialista

  1. Dalton Ramos says:

    Prezados Normando
    Tenho uma dívida quanto ao teste de continuidade das descidas de SPDA não estrutural que não utilize descidas naturais. Gostaria de saber se é possível realizar o teste de continuidade das descidas convencionais ( Cu#35mm² e Chapa de Al) ou não precisa? Grato por tudo

    • normando says:

      Voce só teste o que voce não está vendo. Se as descidas são embutidas no reboco ou concreto, então vc tem que fazer os tete de continuidade, mas se vc vir elas não precisa testar aquilo que vc está vendo que é continuo.

  2. Julius Sobral Vannier says:

    Boa Dia Normando,
    Estou com uma duvida parecida com a do Igor. No meu caso tenho um posto de gasolina e gás, onde a tubulação de gás esta projetada para passar sobre o telhado da conveniência. Tenho uma gaiola de Faraday projetada sobre este telhado. A tubulação estará protegida se passar abaixo da gaiola e acima das telhas?
    Obrigado

    • normando says:

      A norma diz qu todas a smassas metalicas que entram ou saim da edificação deverão ser interligadas no ponto de cruzamento com a malha de aterramento. Se possuirem proteção catodica essas tubulações deverão ser interligadas de forma indireta através de DPS específico.

      Se por algum motivo não puder interligar então vc deverá calcular a distancia de segurança para manter esse afastamento e evitar centelhamento.

      Abraços,

    • normando says:

      A receita é parecida. Em primeiro lugar vc tem que garantir que essa tubulação está dentro da Zona 0B, depois que ela tenha uma distncia de segurança suficiente para que não ocorra um centelhamento . Fazer a interligação com o SPDA pode ser uma boa solução

  3. Igor Fornasa says:

    Boa tarde Normando,

    Estou fazendo um projeto de SPDA para uma edificação que possui tubulação de gás entrando no edifício. Sendo assim não consigo fechar a malha de aterramento sem que o cabo passe a menos de 2 metros da tubulação de gás. O que posso fazer nessa situação para conseguir fechar a malha?

  4. normando says:

    Usar essas placas como captores naturais não é nada recomendável pois irá levar o raio para dentro da edificação aumentando o risco de acidentes pessoais e incendio.
    A sugestão é essa mesmo que vc mencionou, tente colocar mais captores verticais com altura maior para gerar uma zona 0B, ou posicionar as placas num local onde o SPDA existente possa proteger essas placas.

  5. normando says:

    Usar essas palcas como captores naturais não é nada recomendável pois irá levar o raio para dentro da edificação aumentando o risco de acidentes pessoais e incendio.
    A sugestão é essa mesmo que vc mencionou, tente colocar mais captores verticais com alturaa maior para gerar uma zona 0B, ou posicionar as placas num local onde o SPDA existente possa proteger essas placas.

  6. RINALDO J OLIVEIRA says:

    Boa noite Professor
    Gostaria de saber se placas fotovoltaicas podem ser consideradas captores naturais ou devem estar dentro do volume a proteger? Lembrando que quando instalo hastes ou captores aéreos esses equipamentos poderiam projetar sombras, o que interferiria na produção de energia.

  7. normando says:

    Nestes casos fazemos o GR para as edificações de alvenaria (não metálicas) e adotamos o que o GR diz. Para estruturas metalicas perto das edificações , mandamos aterrar tudo por questões de segurança pessoal. Se o cliente demosntrar necessidade em querer proteger, mesmo que o GR diga que não precisa, adote nivel 4 de proteção e faça o projeto.

    Abraços,

  8. Stephani Lopes says:

    Bom dia Normando,
    Estou com uma dúvida no gerenciamento de risco, estou realizando o projeto de SPDA de uma Usina que possui aproximandamente 60 edificações. Gostaria de saber como trato as estruturas, se considero elas no gerenciamento de forma isolada, ou considero elas com os prédios adjacentes? Estou com essa dúvida, porque a análise destas estruturas, para este caso, fica muito mais difícil, visto que existem muitos prédios ao redor. Eu estava considerando para cada prédio, a estrutura de forma isolada, pois a análise de risco se torna mais fácil de ser tratada. No caso de se analisar os prédios ao redor, e avaliar a interação de cada um, a análise fica muito complexa. E para um projeto dessa dimensão, o análise de risco fica extremamente mais complicada. Gostaria da sua opnião.

  9. LUIS RENATO DALLEDONE KOLODY says:

    Em um projeto de um edificio em que não é possivel o afastamento de 1 metro da parede para a malha de aterramento, devido a toda área externa em dois lados estarem ocupadas pelos vizinhos e os outros dois lados serem áreas públicas. Sendo assim, estou adotando solução de malha interna no subsolo, em área de garagens, com cabos enterrados a 0,50m e caixas de inspeção em proliprolileno junto as 14 descidas e proteção lateral nos cabos de subidas no reboco com tubos de PVC 3/4 até 2,5m. Pergunto se as caixas em polipropileno são adequadas para esta situação e se os tubos PVC garantem a segurança de pessoas em eventuais descargas.
    Outra questão é que todas as descidas voltadas para as duas faces públicas necessitarão ser realizadas onde o edificio utiliza pelicula de vidro. Há alguma indicação diferenciada para esses casos?

    • normando says:

      O tubo de PVC ou as caixas de polipropleno não garantem segurança pessoal contra tensão de passo e toque, somente para proteção mecanica dos cabos, não das pessoas.
      Nas fachadas onde exite pele de vidro , a norma permite que essas estruturas sejam usadas como descidas naturais se atenderem ás exigencias da norma e tiverem sua continuidade eletrica assegurada.

  10. sidnei says:

    Bom dia Normando,

    Tenho ponto de conexão para ensaios a uma altura de 3 metros sem a caixinha de inspeção, instalado no meu prédio, sendo assim tenho que instalar a caixa mesmo estando a 3 metros de altura?

  11. ADJAILSON MIRANDA says:

    Normando.

    Bom dia, talvez não tenha sido claro a minha pergunta, vou melhorar.
    1- A malha de aterramento que forma o anel inferior, pode ser montado com barra chata de alumínio, sendo este fixado externamente na parede na parte inferior e externa da edificação e depois fazer a interligação no eletrodo de aterramento??
    2- No caso onde o prédio não existe a possibilidade fechar a malha de aterramento inferior, é possivel passar a barra chata de alumínio por cima do prédio e interligar a outra ponta na outra extremidade do prédio, fechando este anel?

    Obrigado

    • normando says:

      A norma exige que tenha um anel no chão interligando todas as descidas, porém caso onde não seja possivel fazer esse anel, voce pode fazer fora do chão, desde que esse trecho não seja maior que 20% do comprimento total do eletrodo em anel. Se voce tiver que fazr todo o anel fora do chão a norma não permite, nesse caso voce pode fazer os testes de continuidade eletrica das vigas baldrames (caso existam) nas fundações e se der positivo então voce terá um eletrodo natural de aterramento. Se voce não sabe ou não tem vigas baldrames, então voce terá que romper os pisos para fazer o anel.

  12. normando says:

    A norma só permite que isso seja feito em 20% do comprimento do eletrodo de aterramento, e mesmo assim tem que ser justificado o motivo tecnico dessa atitude. Lembrando que o “cliente não quer quebrar o piso” não é motivo tecnico.

  13. ADJAILSON MIRANDA says:

    Prezado.

    Boa tarde.

    O anel de aterramento pode ser efetuado em barra chata de alumínio, senso este fixado externamente na parede externa da edificação e depois interligado nas hastes de aterramento??
    No caso onde o prédio não seja possivel fechar o anel de aterramento, é possivel passar a barra chata de alumínio por cima do prédio e interligar a outra ponta na outra extremidade do anel???

  14. Wanderlei de Oliveira says:

    Boa Tarde

    Caro Normando

    Tenho duas duvidas e gostaria de sua ajuda.

    Fiz o treinamento de SPDA em agosto deste ano, porém executando alguns trabalho surgiram algumas duvidas.

    1- Se a edificação contém 10 ou mais descidas do SPDA, entre o sistema captor até a malha, a tensão de passo praticamente não oferece risco, desde que a resistividade seja baixa?

    2- Em uma medição de continuidade do SPDA, detectamos que a malha subterrânea não existe, somente as hastes. Este SDPA é existente e praticamente inviável a construção de uma nova malha.
    Pergunta: – E necessário fazer a malha?
    Que problemas poderão ocorrer no caso de uma ocorrência de raio.

    Desde já Grato

    • normando says:

      resposta 1- Não oferece risco para as tensões de passo , independente da resistividade do solo.

      resposta 2- É obrigatório ter a malha em anel, seja com cabo, seja pelas fundações horizontais. As consequências são , a não conformidade com a norma e o risco de acidentes pessoais são muito altos, devido ás altas tensões que irão aparecer no solo, no momento de uma descargas direta ou indireta, nas redondezas.

  15. Jorge Mascarenhas - um estudioso says:

    Boa tarde. Eu gostaria primeiro diante do seu conhecimento demonstrado, fazer uma sugestão: Construir um manual menos tecnicos para ” leigos” ,de facil leitura para que se possa ministrar reciclagem no pessoal que trabalha nessa área. A NBR 5419/2015 é muita tecnica e sua interpretação não é para todos. Muita gente que conheço e converso tem uma serie de duvidas e as discussões vão longe. Vou dar uma exemplo : esfera rolante ??? ( deve haver um linguajar de facil entendimento) altura do mastro , gera uma proteção x ( pelo angulo um hipotenusa ) qual o raio maximo que um mastro de seis metros protege? Ou seja numa área x quantos mastros devem ser instalados?.
    Mas as minhas duvidas , na verdade são as seguintes: Num aterramento de barra chata existe uma norma quanto a especificação ao material que deve ser os parafusos de fixação na base e nas emendas das barras ( galvanizados , aço inox , aluminio, etc)? Outra duvida : me parece, se ouvi direito, que o medição Õhmica teve seus valores alterados ( era ou ainda é de 0,01 a 10 ohm) ou houve alguma mudança.

    • normando says:

      Prezado Jorge, para entender melhor essas questões mais tecnicas recomendo fazer um de nossos cursos de SPDA, veja em nosso site as proximas datas ( http://www.tel.com.br) . A leitura da norma exige no minimo um nivel eletrotécnico ou de engenharia eletrica, para melhor entender o assunto, mas no curso fica mais facil de demonstrar essas questões.
      Com relação aos materiais de fixação das barras chatas a norma não especifica quais os componemtes devm ser usados, mas basicamente tem que seguir as diretrizes da tabela 5 da parte 3 da norma NBR5419/2015.
      Com relação ao valor de medição de resistencia de aterramento a norma não exige esse serviço nem menciona valor algum.
      Existe um outro ensaio que pode ser feito que são os testes de continuidade eletrica de ferragens de descidas para serem usadas como descidas naturais ou baldrames, etc. Os valores aceitos são: 1 ohm para primeiro teste (ou medição inicial) e 0,2 ohms para teste final(medição final) com todo o SPDA interligado inclusive com as descidas naturais.

  16. Matheus Camargo says:

    Boa tarde Normando,
    Vi seu comentário de em caso de descidas em pilares metálicos expostos, a norma fala que no caso de no mínimo 10 descidas naturais os problemas com tensão de toque estão dentro dos riscos aceitáveis para quem está dentro da edificação. Gostaria de saber em qual item a norma explicita isso.

    Obrigado!

    • normando says:

      8.1 Medidas de proteção contra tensões de toque 8.1.1 Em certas condições, a proximidade dos condutores de descida de um SPDA, externo à estrutura, pode trazer risco de vida mesmo que o SPDA tenha sido projetado e construído de acordo com as recomendações apresentadas por esta Norma.
      Os riscos são reduzidos a níveis toleráveis se uma das seguintes condições for preenchida:
       a) a probabilidade da aproximação de pessoas, ou a duração da presença delas fora da estrutura e próximas aos condutores de descida, for muito baixa;
       b) o subsistema de descida consistir em pelo menos dez caminhos naturais de descida (elementos de aço das armaduras, pilares de aço etc.) interconectados conforme 5.3.5;

  17. Carlos Alberto Alves de Almeida says:

    Boa noite.
    Por favor: Qual a razão da norma permitir as descidas de SPDA em aço? sendo que aço não e condutor.
    Grato,
    Carlos

    • normando says:

      Carlos ALberto,

      Voce tem certeza do que está falando ? Mudaram a fisica , a quimica e a eletrica sem me avisar ? desde quando e onde o aço é isolante ?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.